Mostrando postagens com marcador estados unidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estados unidos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, junho 30, 2009

Capa Histórica






















Essa foi enviada por Gabriel Labanca. Amigo, vagabundo em tempo integral e mestrando nas horas vagas.

quarta-feira, junho 17, 2009

Morro e não vejo tudo


O astro do Hip Hop,
Kanye West, se meteu a estilista e desenhou um Sneaker em parceria com a grife Louis Vuitton. Os modelos são feitos em couro de bezerro.

Até onde eu sabia, sneakers eram tênis de doidão. Feitos para serem personalizados pelo seu dono. Agora repito: me aparece um Louis Vuitton em couro de bezerro!

É, morro e não vejo tudo.

quarta-feira, junho 03, 2009

Ainda dá tempo de entender a crise


Esse vídeo me fez entender o que está acontecendo. Também me deixou com uma pulga atrás da orelha: o Brasil não teve crise, apenas, porque o "Boom" imobiliário acontece há pouco tempo, mas estamos no mesmo caminho. Será? Assistam e digam se é coisa da minha cabeça.


A Crise do Crédito - Visualizada (The Crisis of Credit - Visualized - Translated to Portuguese/BR) from Guilherme Peralta on Vimeo.

segunda-feira, novembro 10, 2008

Meu amigo Obama


Obama é brother. E foi isso que garantiu a eleição dele. Falando com a galera do youtube ele conseguiu o recorde da participação de jovens. Num país onde ninguém é obrigado a votar e boa parte é alineada, imagina que trabalheira é levar um fã da Britney às urnas. E não pára por aí. O cara tá mais por dentro da Internet que muito moleque espinhento. Tem Flickr, youtube, twitter e, mal foi eleito, já tem seu escritório virtual change.gov Aproveite, vá lá. Leia as propostas de governo, sua agenda e dê seu pitaco no trabalho dele. Obama é meu brother, acompanhei junto com ele a apuração pelo Flickr e vi o sorrisão dele quase em tempo real quando ganhou a peleja. Obama é “O Cara”. Obama é amigo da galera.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Crise é o Timo Glock da economia brasileira


Mais uma vez achamos que tinha chegado a hora do Brasil. Foi por pouco, pouco mesmo. O quê? O título mundial de Fórmula 1? Não, o Brasil como uma grande potência. Descobertas de campos de petróleo a mais de 300 por hora; pré-sal na volta de apresentação; a pole position da América Latina; motor movido a álcool da cana-de-açúcar; tudo isso veio quando achavamos que não dava mais.

Por uns 500 metros todos os brasileiros sorriram. Pareciam não acreditar no que viam, mas estava lá: era o Brasil no topo! Até que alguém que, sem nenhum interesse na corrida do 3º mundo, fica lento. Não! Será? Sim, os Estados Unidos patinaram na subida, quando o Brasil já comemorava e gritava que era o melhor do mundo. O spray do seu mau tempo sujou a viseira de todo mundo que vinha correndo atrás e bagunçou tudo no campeonato mundial.

Foi por pouco, muito pouco. Como sempre.

Barack Obina?


Eles são negros, carismáticos, sorridentes e queridos por milhões. O anjo negro da Gávea veio da Bahia. O redentor dos americanos tem um pé na África. O xodó acreditou numa brincadeira da torcida. O orgulho de Martin Luther King, disse: Yes, we can. Semelhança? Sim. A chance que duas nações enxergaram em alguém “desconhecido”. Alguém sem vícios que pode mudar tudo. Obina já fez um gol, deu um título e saiu contundido no primeiro minuto. Barack ainda vai entrar em campo, mas já deram a braçadeira de capitão a ele.