
terça-feira, abril 06, 2010
Nuvenzinha chata

quinta-feira, setembro 03, 2009
quinta-feira, agosto 27, 2009
Só na balinha, mordendo orelha
"É papai, mamãe. Você preocupado em casa e seu filho mordendo a orelha."
quarta-feira, julho 15, 2009
Deu no O Globo - Site do Ministério do Trabalho causa constrangimento a usuário
Quando o economista Marcos Costa entrou no site do Ministério do Trabalho e Emprego para consultar o andamento da sua solicitação do Seguro Desemprego e viu as letras dispostas na tela pelo sistema de verificação humana captcha, achou que se tratava de uma piada de mau gosto. A palavra que deveria ser digitada para que a pesquisa continuasse era "vagabundo". Ofendido, o economista, que estava desempregado há um mês, escreveu para o Eu-Repórter, a seção de jornalismo participativo do jornal O GLOBO. "Se é uma forma de evitar consultas por robôs, tudo bem. Mas ter a infeliz ideia de colocar essa palavra numa consulta que será feita por alguém que está desempregado é um desrespeito. Lembro que o PT não gostou quando o (ex-presidente) Fernando Henrique chamou os aposentados com menos de 50 anos de vagabundos. Agora, o atual governo faz o mesmo com quem está desempregado no meio de uma crise econômica mundial?", questionou. Uma busca no site do ministério pode oferecer outras surpresas. "Potranca", "frouxo", "perua" e "saliente" são palavras que podem tornar a consulta do Seguro Desemprego, no mínimo, curiosa. O aplicativo utilizado pela Datamec, empresa terceirizada que presta serviços para o ministério, apresenta na tela uma folha semelhante a um caça-palavras com códigos circulados, dos quais apenas um forma uma palavra em português. O usuário deve identificá-la e digitá-la. A geração dos códigos se dá de forma aleatória, a partir de um repertório composto por aproximadamente quatro mil palavras coletadas de um dicionário eletrônico. O ministério informou que pediu à empresa que elimine do dicionário palavras que sejam consideradas ofensivas ou palavrões. Para a gerente de Tecnologia da Informação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Suraya Pires Daltro, a situação é inaceitável num site de tamanha visibilidade, como o de um ministério: - Por mais que tenha sido sem querer, eles têm que prever estas ocorrências. Na opinião do diretor da Hostnet, empresa de hospedagem de sites, Kauê Linden, este tipo de problema pode ser facilmente evitado com a utilização de filtros, ainda mais num universo limitado, em termos de tecnologia, como o de quatro mil palavras. Ele alerta, no entanto, que a questão vai além do constrangimento. A utilização de códigos que misturam letras e números, e exigem que o usuário digite apenas as vogais, por exemplo, garante a maior segurança do sistema, que não é 100% seguro e ainda pode ser burlado por robôs. terça-feira, junho 30, 2009
Fora Sarney - Fenômeno Twitteiro
Após o "Yes, we can" a política novamente rouba a cena na internet. É o fenômeno "Fora Sarney", que tem site, twitter com quase 3 mil seguidores e até material disponível para baixar. É só imprimir e fazer seu próprio protesto. E não para por aí, os próprios senadores e até o líder do DEM, José Agripino, pedem o afastamento do bigodudo via twitter.
Preparem suas caixa de e-mail, celulares, twitter, flickr, blogs e sites, pois as próximas eleições prometem.
segunda-feira, junho 22, 2009
Lei Eleitoral permitirá blogs, twitter, youtube

Fonte: zerohora.clicrbs.com.br
Diferentemente da campanha de 2008, a disputa do ano que vem será marcada por uso livre de recursos da internet
Inspirados pela campanha do presidente americano Barack Obama, que no ano passado explorou ao máximo recursos oferecidos pela internet, deputados e senadores devem incluir na Lei Eleitoral que regulamentará o pleito do ano que vem a possibilidade de uso de blogs, Twitter, YouTube e Orkut.
Nas eleições municipais do ano passado, uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) limitou a campanha apenas ao site oficial do candidato – que deveria ser retirado do ar após as eleições.
O debate da Lei Eleitoral será retomado hoje pelos líderes partidários na Câmara. Segundo o deputado Flávio Dino (PC do B-MA), que coordena os trabalhos sobre o tema, a ideia é que seja colocado primeiro em votação o uso da rede mundial de computadores nas campanhas. Em outro momento seriam discutidas questões polêmicas como fidelidade partidária e financiamento de campanha. A proposta deve regular o uso de e-mails e redes sociais na internet pelos candidatos, além de determinar as regras para doações por meio eletrônico.
Uma das medidas em análise é o uso livre de cartão de crédito para ampliar a participação dos cidadãos no financiamento de campanha e diminuir a dependência de empresas, além de combater o caixa 2. Atualmente, não é possível fazer doações a candidatos ou partidos por meio de cartão.
Em relação ao funcionamento interno dos partidos e ao financiamento de campanhas, podem ser incluídas no projeto novas regras para as prévias partidárias e para incrementar o Fundo Partidário, que reúne recursos para todas as legendas de acordo com o tamanho de cada sigla.
O objetivo dos deputados é evitar que o TSE tenha de editar resoluções para normatizar a disputa, legislando no lugar dos parlamentares, a exemplo do que ocorreu nas eleições de 2006.
quinta-feira, junho 18, 2009
Mara, mara, mara, maravilha, ê!
terça-feira, junho 16, 2009
Fiquei de cara - Reload

Sensacional entrevista com Mr. Catra nas páginas negras da Trip desse mês. O texto abaixo é apenas um apresentação. Leia na íntegra aqui.
Sexo, crime e religião: sobre estes três pilares o funkeiro de 40 anos construiu uma obra original, onde cabem James Brown, Chacrinha, Velho Testamento, Comando Vermelho, gospel, punk, hard rock, partido alto, funk Miami Bass, hip hop, soul e até bossa nova. Isso, fora as cachorras. Criado em família de classe média alta da Tijuca, adotado pelo morro do Borel e convertido ao judaísmo em Jerusalém, pai de 18 filhos e casado com cinco mulheres (até o encerramento desta edição), Mr. Catra une em sua figura o namoro entre sincretismo e esculhambação, modernidade e arcaísmo que definem a cultura brasileira: “Vivemos em uma sociedade partida. A única cola é o funk!”
Teeempo para resposta
A última é que todas as perguntas aos blindados senadores agora devem ser feitas via ofício e terão até 5 dias para serem respondidas. Para quem tem algo a escondem é um bom tempo para pensar numa boa mentira, ou então sair de Brasília de fininho, já que boa parte deles também trabalham apenas 3 dias na semana. Ou seria tempo de intimidar o repórter abusadinho que fez a pergunta impertinente? Teeeemmmmpppppooooo!!!
Abaixo, uma bela crônica de Alexandre Garcia sobre o que os senadores querem esconder.
quarta-feira, junho 03, 2009
Ainda dá tempo de entender a crise

Esse vídeo me fez entender o que está acontecendo. Também me deixou com uma pulga atrás da orelha: o Brasil não teve crise, apenas, porque o "Boom" imobiliário acontece há pouco tempo, mas estamos no mesmo caminho. Será? Assistam e digam se é coisa da minha cabeça.
A Crise do Crédito - Visualizada (The Crisis of Credit - Visualized - Translated to Portuguese/BR) from Guilherme Peralta on Vimeo.
Soy Brasilero
quarta-feira, maio 27, 2009
quarta-feira, maio 20, 2009
Qual o valor do Salário Mínimo no Brasil? Nossos políticos não sabem
segunda-feira, março 23, 2009
"Português eu domino, meu pobrema é o ingrês."

Em protesto contra o aumento de carga horária, estudantes mostram que precisam frequentar mais a escola. Leia a matéria completa aqui.
sexta-feira, novembro 28, 2008
Depois da Pornochanchada, a PMchanchada
Cidade de Deus, Carandiru, Tropa de Elite, 174. Títulos do novo cinema brasileiro, que leva multidões às salas e faturam prêmios pelo mundo. O tema é recorrente: violência, gente pobre, um mocinho incorruptível e um bandido sangue bom. Porque bandido tem que ser do bom. Bom, não no sentido de ser sinistro, mas bandido que tem alma, que ama. Bandido bonzinho.Agora, Selton Mello grava um filme sobre o caso do brasileiro morto pela polícia de Londres. Tudo bem, o cara foi morto injustamente, mas isso dá um filme? Aqui no Brasil, casos assim já viraram novela, que todo mundo vê passar pela porta de casa. Se sentindo figurante da violência que acontece em sua sala escura.
Nessa realidade que virou ficção, só uma coisa não mudou se compararmos às pornochanchadas: no Brasil tudo acaba em putaria mesmo. Que venham os próximos filmes, ou assassinatos.
quinta-feira, novembro 06, 2008
Crise é o Timo Glock da economia brasileira

Por uns 500 metros todos os brasileiros sorriram. Pareciam não acreditar no que viam, mas estava lá: era o Brasil no topo! Até que alguém que, sem nenhum interesse na corrida do 3º mundo, fica lento. Não! Será? Sim, os Estados Unidos patinaram na subida, quando o Brasil já comemorava e gritava que era o melhor do mundo. O spray do seu mau tempo sujou a viseira de todo mundo que vinha correndo atrás e bagunçou tudo no campeonato mundial.
Foi por pouco, muito pouco. Como sempre.

